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Textos sobre doenças da retina, revisados pelo Dr. Murilo Wendeborn Rodrigues
Explicações em linguagem simples sobre as doenças da retina tratadas com laser e com injeção no HIMO, em São José do Rio Preto, escritas para o paciente.
Para quem são estes textos?
Para quem recebeu um diagnóstico e saiu da consulta com dúvidas, e para quem notou uma mudança na visão e quer entender o que pode ser antes de marcar. Cada texto tem a data em que foi revisado e leva para a página do tratamento correspondente.
Maculopatia dome-shaped: por que a mácula em forma de cúpula acumula líquido
Em alguns olhos, geralmente míopes altos, a parte de trás do olho tem uma elevação em forma de cúpula embaixo da mácula. Essa conformação pode fazer líquido se acumular embaixo da retina e embaçar o centro da visão, sem que haja degeneração macular. O texto explica como o diagnóstico é feito por OCT e por que essa condição costuma ser confundida com outras.Coriorretinopatia serosa central volta depois de tratada?
A dúvida mais frequente de quem já teve a doença. O texto explica a diferença entre a forma aguda, que pode reabsorver sozinha, e a forma persistente ou recorrente, e por que voltar não significa que o tratamento falhou. Aborda os fatores associados, entre eles o uso de corticoide em qualquer apresentação, e explica o papel da OCT e da angiofluoresceinografia na decisão entre acompanhar e tratar.Oclusão de veia da retina: quando a visão de um olho some de uma hora para outra
A oclusão vascular é o terceiro grupo mais frequente na agenda de retina. O texto explica o que acontece quando uma veia da retina entope, por que a perda costuma ser súbita e em um olho só, e qual a relação com pressão alta, diabetes e glaucoma. Explica também por que a avaliação não deve esperar, o que a OCT mostra sobre o edema que se forma, e quando o tratamento envolve injeção ou laser.Doenças raras da retina tratadas com laser: Coats, MacTel 1, macroaneurisma e outras
Nem toda doença de retina tratada com laser é comum. O texto reúne, em linguagem de paciente, as condições mais raras em que o laser é uma opção: doença de Coats, telangiectasia macular tipo 1 (MacTel 1), macroaneurisma arterial retiniano, TelCaps, PEVAC, fosseta de disco óptico com líquido embaixo da retina, retinopatia falciforme proliferativa, vasculopatia polipoidal, degeneração lattice e DUSN, que é uma inflamação causada por uma larva dentro do olho. Para cada uma, o que ela faz na visão e por que o laser é considerado. Serve para quem recebeu um diagnóstico com nome difícil e não encontrou explicação em lugar nenhum.Quer avaliar o seu caso?
O agendamento é pelo WhatsApp da central do HIMO, em São José do Rio Preto, ou pelo telefone (17) 3214-4455.
O WhatsApp da central do HIMO recebe apenas mensagens de texto.